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Robert Dahl

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Reflexões sobre a legitimidade da democracia brasileira

Ao aproximar-se dos 30 anos do fim de uma ditadura, que colocou o Brasil junto aos mais retrógrados regimes políticos mundiais, torna-se cada vez mais coerente analisar o regime democrático que então se instaurou. Se considerarmos a Primeira República como democrática (o que sofre forte oposição), admitindo o período pós-Estado Novo como uma segunda experiência, caminhamos para a terceira tentativa de implementar a democracia no Brasil, e já vivenciamos um dos períodos mais longos dessa experiência. Continuar lendo

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Democracia e Eleições: alguns paradoxos

Segundo o conceito de Robert Dahl sobre o “livre mercado de idéias”, no qual propõe que seja as novas mídias como ferramentas para “o perfeito funcionamento da democracia”, de modo a restabelecer o estandarte da verdade no confronto às tendências ao erro, há, entretanto, alguns paradoxos, levando-nos a supor que a tendência da modernização das comunicações destinadas ao campo das eleições pode nos ocasionar mais alienação do que maturidade no comportamento de escolha dos governantes.
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Por que pesquisadores das Ciências Humanas não devem ler Nietzsche? Reflexões a partir de um único exemplo

O meu texto dessa semana é sobre a dissociação entre o que se lê e o que se produz. Senti-me envergonhado por já ter acreditado na ciência e entendi porque eu ria enquanto lia Robert Dahl (Poliarquia). Quero, portanto, esclarecer que estarei apontando uma dissociação e, com a intenção de deixá-la clara ao leitor, escolhi o texto de Dahl para explicitar na prática uma passagem que Nietzsche coloca em seu texto. Continuar lendo