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Poesia

Esta categoria contém 29 posts

Flores [e espinhos] para eles

Um breve poema contextualizando utopias contemporâneas Continuar lendo

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Usar Mark para falar de Marx

[texto de Vinícius Armiliato] “Vai! Saque o megafone do seu coração” Continuar lendo

SILUETA -Carlos Evangelista

Carlos Evangelista – Poesia
No ritmo
Dos teus passos
Me desfaço
Da tristeza
Conquistando
Novos espaços
Que

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È o amor…

[Carlos Evangelista – Poesia]
Sinta o amor que transpassa e aquece a alma. Ame sempre. Hoje, amanhã e sempre. Continuar lendo

Vem chegando a Primavera Brasileira

[Carlos Evangelista- Literatura]
“ Quando vier a Primavera,
Se eu já estiver morto,
As flores florirão da mesma maneira
E as árvores não serão menos verdes que na Primavera passada.
A realidade não precisa de mim. Continuar lendo

BRASIL: Negro e pobre; pouco sou!

[Carlos Evangelista – Poesia]
Sonho ser bonito

Saudável, sarado e risonho.

Querer ser inteligente
Artista, empreendedor, merecedor
De uma escola ser diretor.
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Ferreira Gullar: Um hino aos Pixotes na Poesia Brasileira

[Carlos Evangelista – Poesia ]
Neste mês de março quando se comemora o “Mês Nacional da Poesia”, faremos um breve tributo ao imortal poeta, escritor, crítico de arte, tradutor, biógrafo, memorialista, ensaísta e um dos fundadores do neoconcretismo Ferreira Gullar, maranhense Continuar lendo

Biografia IV

[Texto de Vinícius Armiliato] Ele se ouviu respirar. No silêncio, ouviu sua velhice nos pequenos estalos das articulações de seu pescoço inflexível. Ali refletiu. Continuar lendo

LEOPOLDO SCHERNER: São-joseense e cidadão do mundo

[Carlos Evangelista-Poesia]
Breve tributo ao professor, poeta, escritor…São-joseense Leopoldo Scherner Continuar lendo

Helena Kolody – Tributo a Poesia

[Carlos Evangelista-Literatura Brasileira]
Neste breve espaço coletamos e queremos também através da sua poesia imortalizar a professora e poetisa paranaense Helena Kolody que tanto ensinou, cantou a natureza, a vida e partiu…
Obviamente que muitos poemas e escritos de HK ainda irão surgir aqui e acolá, como se perdidos e achados nos mais imprevistos esconderijos onde possa caber um verso, um poema, uma poesia, um haicai; enfim, um grito poético. Continuar lendo