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Filosofia

Esta categoria contém 11 posts

Aos psicopatólogos

[Texto de Vinícius Armiliato] “quanto mais sentido se dá para nossa existência, mais chance temos para patologizar”. Continuar lendo

A Humanidade e a Origem das Coisas: Mito, Verdade, Ética e Moral na Atualidade

[Carlos Evangelista, Filosofia] Desde que a humanidade existe, mantém vivas as perguntas pelas quais sempre procuramos respostas; “Quem somos nós?”, “De onde viemos?” E “para onde vamos?”. Ética e moral são conceitos diferentes e com origens diferentes, mas que costumam ser confundidos, porque andam juntos… Continuar lendo

A Evolução Humana através do Conhecimento

[Texto de Carlos Evangelista, Filosofia] Nestes tempos modernos, conhecimento é quase e tão somente buscar educação e qualificação profissional. Porém, oportuno se faz neste espaço discorrer sobre alguns outros tipos de conhecimento e saberes… Continuar lendo

O humanismo e a política

[Texto de José Augusto Hartmann, Filosofia] Os humanistas realizaram a defesa de uma nova visão para o estudo de filosofia. Thomas More, considerado um dos maiores representantes do Humanismo do norte europeu será, então, um dos mais destacados desses filósofos… Continuar lendo

Nietzsche e o conhecimento suprassensível

[Texto de José Augusto Hartmann, Filosofia] Nietzsche ironiza a pretensão humana, quando compara a soberba daqueles animais que inventaram o conhecimento e acreditavam ser isso algo muito grandioso, como “o minuto mais soberbo e mais mentiroso da ‘história universal’ Continuar lendo

Albrecht Dürer, o Renascimento e a ruptura com o medievo

[Texto de José Augusto Hartmann] O Renascimento pode ser entendido como uma apropriação cultural do período Clássico. Os renascentistas viam-se com alteridade aos medievais e a restrição da produção de conhecimento que a Igreja proporcionava. Da mesma maneira, viam-se como continuadores dos antigos, jamais como copiadores, uma vez que propunham retomar a tradição antiga para continuar seu trabalho interrompido. Continuar lendo

Maquiavel e os espelhos de príncipe medievais

[Texto de José Augusto Hartmann, Filosofia] O filósofo florentino Nicolau Maquiavel, ao escrever “O Príncipe”, realiza uma ruptura com os espelhos de príncipe medievais. Estas obras medievais partiam da premissa de que o príncipe deveria estar indissociável à ética religiosa… Continuar lendo

A fábula da formiga e da cigarra

[Texto de José Augusto Hartmann, Filosofia] Durante muitos anos concordei com uma crítica à fabula da formiga e da cigarra. Segundo essa crítica, a tal fábula representaria o que há de mais hipócrita na sociedade capitalista: a falsa ideia de que existe mesmas condições para todos, e que aqueles que trabalham mais, com mais afinco, prosperam, enquanto os demais continuam pobres. Continuar lendo

A Arrogância Esquerdista

Acabamos assim por cair num esquerdismo arrogante, um esquerdismo que só serve de piada para os demais, que não leva ninguém a nada, que só faz com que a imagem da esquerda seja deturpada, a imagem de “rebeldes sem causa que reclamam de tudo, sem ter argumentos para tal”. Continuar lendo

Por que pesquisadores das Ciências Humanas não devem ler Nietzsche? Reflexões a partir de um único exemplo

O meu texto dessa semana é sobre a dissociação entre o que se lê e o que se produz. Senti-me envergonhado por já ter acreditado na ciência e entendi porque eu ria enquanto lia Robert Dahl (Poliarquia). Quero, portanto, esclarecer que estarei apontando uma dissociação e, com a intenção de deixá-la clara ao leitor, escolhi o texto de Dahl para explicitar na prática uma passagem que Nietzsche coloca em seu texto. Continuar lendo