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Estudos de Gênero

Esta categoria contém 9 posts

Cinema Brasileiro: Propagando talentos, mostrando as mazelas sociais e as belezas do Brasil

[Carlos Evangelista, Estudo de Gênero] No dia 5 de novembro comemora-se o Dia do cinema brasileiro. Antes de falar um pouco da história do cinema nacional; arte que imita a vida, é sempre bom lembrar de alguns momentos marcantes na vida… Continuar lendo

O Rock também rola de minissaia e salto alto

[Texto de Eder Silva, Estudos de Gênero] Passando pra questão sociológica de “gênero”, atrevo-me afirmar que já faz parte da história do Rock, desde seus primórdios, o palco ser ocupado por mulheres. As primeiras bandas de rock, inteiramente feminina, as Runaways – banda norte-americana formada em 1975 e que contava com ícones como Lita Ford, Joan Jett, Sandy West entre outras – deixaram a marca de seus batons nos microfones e nos corações e ouvidos dos apaixonados do rock. Continuar lendo

FUTEBOL: Como surgiu este fenômeno social no Brasil?

[Texto de Carlos Evangelista, Cotidiano] O elitismo é uma marca do nascimento do futebol no Brasil. Negros e mulatos eram excluídos dessa “nobre prática esportiva”, sendo esta um privilégio dos membros da elite. O futebol aparece como elemento da modernidade, “uma novidade moderna e elegante” sendo “um produto de importação”. Dom, vocação, incentivo da família, disciplina, à parte, a seleção brasileira é sem dúvida principal motivação para o futebol… Continuar lendo

POR QUE ME CHAMAM DE “PÉ VERMELHO”?

[Texto de Carlos Evangelista, Estudo de Gênero] Descobri que são chamados de “Pé Vermelho” os nativos não só do Norte do Paraná, mas também habitantes de algumas regiões dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Goiás, onde a terra é avermelhada e os habitantes destes lugares vivem com os pés avermelhados por causa da terra vermelha ou terra roxa, devido a grande incidência de um minério chamado barronite e que apresenta uma forte coloração vermelha… Continuar lendo

Mandela’s Day

[Texto de Eder Silva, Estudos de Gênero] Quando preso, suas idéias provocavam desconforto àqueles que ditavam um sistema totalitário e desumano na Africa do Sul, decorrente do Apartheid, criado a partir de 1948. Modelo este que separava negros, brancos e indianos. Continuar lendo

CARNAVAL: Brasil celebra a sua maior festa popular

[Texto de Carlos Evangelista, Estudos de Gênero] Claro que o carnaval brasileiro é um fenômeno social cheio de canto, dança, máscara, fantasia, bebedeira, sensualidade e liberdade de comunicação entre as pessoas. Certo é que o Brasil para e o País se transforma num ziriguidum, telecoteco, folias, orgias, retiros e incredulidades, até surgir a quarta-feira de cinzas, dizendo o carnaval acabou e o ano civil vai começar… Continuar lendo

REALITY SHOWS: ENTRETENIMENTO, BESTIALIDADE OU SADISMO?

[Texto de Carlos Evangelista, Estudos de Gênero] O Reality Shows no Brasil é considerado um passatempo para muitos e uma porcaria decadente para milhões de brasileiros. É sempre a mesma coisa. O formato já enjoou e não mais agrada a totalidade daquele público de antes. Os adolescentes não perdem tempo com o besteirol. Os velhinhos acham um despudor. Sobram os adultos que dividem as opiniões entre os testes físicos extenuantes abobalhados, as brigas, intrigas, exibicionismo hétero, homo, bi e transexual, palavrões, orgias, bebedeiras, agressões, revanches e disputa por espaço na premiação… Continuar lendo

As Gerações Cosmopoliticamente Corretas e seus Sucessores

[Texto de Eder Silva, Estudo de Gênero] Contrariando um pouco a Academia Internacional de Psicologia, que entende como “anti-social” o recurso de categorizar as gerações utilizando-se letras do alfabeto, apresentarei nesta publicação esta tendência, que tem ocorrido frequentemente nas conversas informais sobre o que chamamos de identidade de gerações. Continuar lendo

Políticas de Gênero, Laerte e a Heterossexualidade Compulsória: Post para heterossexuais pensarem as questões de gênero

Há algumas semanas, assisti pelo Youtube uma entrevista do Laerte no programa Rodaviva e fiquei muito entusiasmado para escrever este post. Mas não para discutir o Laerte e os trajes femininos que ele vem usando, e sim sobre a banca/mesa/balcão que o entrevistou. O que me chamou a atenção foi a postura dos seus colegas, que o entrevistaram.
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