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Eder Silva, sociologia do rock

Dia Mundial do Rock

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(retirado de fmnews.com.br)

Salve, salve a todos os rockers do planeta!

Por pouco não consigo postar nada aqui sobre este dia tão esperado! Tive um hard day’s night, embalado à inúmeras descidas e subidas do quarto que estou preparando para a minha filhinha, no piso de cima do meu lar… ou seja, muito trabalho duro aqui em casa nessa sexta feira 13! Não tive muito tempo pra pensar em escrever algo a respeito, nem sobre a 13th Friday Night (Sexta Feira 13), nem sobre o tão venerável Dia Mundial do Rock. Mas, como diz e velho deitado: “antes tarde que nunca!”.

Pois bem, matando dois coelhos com uma só cajadada, lembro-vos que a música rock (1ª arte) sempre esteve ligada à 7ª arte (Cinema). A começar pelos filmes mais antigos, como “Prisioneiro do Rock” (1957), “Os reis do ie-ie-ie” (1964), “Sem Destino” (1969), passando para os lendários “Tommy” (1975), “The Rocky Horror Picture Show” (1975), “Hair” (1979), The Wall (1982), “Heavy Metal – Universo em Fantasia” (1981) “A Encruzilhada – Crossroads” (1986), culminando com outros não menos importantes, como “Sid e Nancy – O Amor Mata” (1986), “Heavy Metal do Horror ou O Rock do Dia das Bruxas” (1986), “Vida de Solteiro” (1992), “Quanto mais Idiota Melhor” (1992) “The Wonders – O Sonho não Acabou” (1996), e os mas recentes como “Detroit a Cidade do Rock” (1999),  o incrível e fantástico “Moulin Rouge – Amor em Vermelho” (2001), “Rock Star” (2001), “Escola de Rock” (2003), “Os Piratas do Rock” (2009), “The Runaways – As Garotas do Rock” (2010), “Rock of Ages” (2012), “Somos tão Jovens” (2013) e muitos outros que fariam jus em constar nesta lista mas não me lembro neste momento.

Neste sentido, podemos pensar o Rock’ n’ Roll não somente por sua sonoridade, mas também pela atitude que sempre contagiou muita gente ao longo dos tempos: famosos e tímidos, ricos e pobres, artistas, fãs, enfim, uma gama incontável de pessoas que beberam nas fontes vivificantes deste “tal de rock ‘n roll”, como diria Rita Lee.

Mas, afinal, com surgiu o Rock? Ou melhor, “quem é o pai do Rock”?

Raul Seixas, utilizando-se do seu tom despojado e sarcástico diria: “o diabo é o pai do rock!”. Mas, contrariando esse maléfico trocadilho, bandas como Petra, Kiss, Oficina G3, utilizariam uma música de 1973, “God Gave Rock and Roll to You” (da banda inglesa de Rock Argent) para dizerem que, na verdade, Deus foi quem criou o Rock!

A banda Kiss foi mais além ainda. Em 1983 fizeram uma canção entitulada: “And on the 8th Day”, reafirmando que, no oitavo dia, Deus criou o Rock ‘n Roll.

O certo é que não se sabe ao certo quando e como surgiu o Rock. Apenas indícios são constatados como a origem da “expressão”: em 1937 Chick Webb e Ella Fitzgerald gravaram “Rock It for Me”, que incluía na letra o verso So won’t you satisfy my soul with the rock and roll. (Então, você não vai satisfazer a minha alma com o rock and roll).

Mas antes ainda temos alguns indícios, como por exemplo a utilização da frase rocking-and-rolling (“balançando e rolando”), conforme uma gíria negra que remete a dançar ou fazer sexo, aparecendo em gravações pela primeira vez em 1922, na canção My Man Rocks Me Com Um Steady Roll de Trixie Smith. Ainda antes, em 1916, o termo rocking-and-rolling foi usado com uma conotação religiosa, no registro fonográfico de The Camp Meeting Jubilee, gravado por um quarteto masculino desconhecido.

Como diria ainda o Lobão: “indefinível… mas não tente se matar. Pelo menos essa noite não!”. Difícil estabelecer um início para esse ritmo que tanto contagia não somente a juventude mas também os madurões! Mais difícil ainda é catalogar os inumeráveis estilos musicais que afluem da música Rock.

Mas, o bom disso tudo, é que, a despeito e contrariamente ao que muitos dizem por aí, o “rock não nunca morrerá”, como diria o Neil Young (My my, hey hey) e o AC/DC (Rock and Roll ain’t noise polution).

Então, para sacramentar mais ainda minhas elocubrações, vai aí a letra de uma canção que muito bem traduz esse sentimento:

LONG LIVE ROCK ‘N ROLL – BANDA RAINBOW
At the end of a dream
If you know where I mean
When the mist just starts to clear
In a similar way
At the end of today
I could feel the sound of writing on the wall
It cries for you
It’s the least that you can do
Like a spiral on the wind
I can hear it screamin’ in my mind
Long live rock and roll
Long live rock ‘n’ roll
Long live rock and roll
In a different time
When the words didn’t rhyme
You could never quite be sure
Then on with the change
It was simple but strange
And you knew the feeling seemed to say it all
It cries for you
It’s the least that you can do
Like a spiral on the wind
I can hear it screamin’ in my mind
Long live rock and roll
Long live rock ‘n’ roll
Long live rock and roll
If you suddenly see
What has

 

Eder Silva é especialista em Sociologia Política (UFPR); bacharel em Turismo (UP), Teólogo (FCC) e metido à blogueiro nas horas de êxtase ou angústia. Este artigo reflete as opiniões do autor. O site não se responsabiliza e nem pode ser responsabilizado pelas informações acima ou por prejuízos de qualquer natureza em decorrência do uso dessas informações.

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