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AIDS: Tratar e aliviar a dor ou não lutar e morrer?

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Coquetel antiaids, História da Aids, Prevenção, Sintomas

Quem viril mantendo um relacionamento sério e fiel de quase dois anos com a namorada, cheio de planos futuros e de repente descobre que há mais de sessenta dias ela vem tendo outro relacionamento com um sujeito desconhecido? Não basta querer matar a namorada por infidelidade. Obviamente que dá um nó no coração e na cabeça afetando todo o organismo e o corpo. A dor no coração aos poucos vai passar, a cabeça vai aceitando a traição sem precisar matar ninguém. Mas se você descobre por terceiros que o dito cujo já teve ou está com AIDS, aí caro leitor o problema é mais sério e você até esquece a dor de corno se após os exames souber que está tudo bem e que dessa você escapou.

É certo que estamos falando do tipo de contágio por sexo vaginal, oral ou anal sem camisinha, mas todos sabem que o contágio do HIV pode se dá  também por uso de seringa por mais  de uma  pessoa, transfusão  de  sangue contaminado, no parto, amamentação e  até por instrumentos que  furam ou  cortam não esterilizados.

Nunca é muito esclarecer que AIDS (SIDA – Síndrome da Imunodeficiência adquirida) é uma doença que ataca o sistema imunológico devido a destruição dos glóbulos brancos (linfócitos TCD4+). A Aids é considerada um  dos maiores problemas  da  atualidade pelo seu caráter pandêmico. A falta dos glóbulos brancos diminui a capacidade do organismo de se defender de doenças oportunistas, causadas por microrganismos que normalmente não são capazes de desencadear males em pessoas com sistema imune normal. O portador do HIV, mesmo sem apresentar os sintomas da AIDS, pode transmitir o vírus, por isso, a importância do uso de preservativos em todas as relações sexuais.

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Sintomas da AIDS

Nos adultos os primeiros sintomas observados da AIDS são: fraqueza, febre, emagrecimento, diarreia prolongada sem causa aparente. Na criança os efeitos mais comuns são problemas nos pulmões, a diarreia e dificuldade no desenvolvimento.

Na fase sintomática inicial a AIDS provoca candidíase oral, (coceira na vagina, sensação de ardor, corrimento esbranquiçado) sensação constante de cansaço, aparecimento de gânglios nas axilas, virilhas e pescoço, diarreia, febre, fraqueza orgânica, transpirações noturnas e perda  de peso.

Na fase aguda a AIDS provoca ainda dores musculares e nas articulações, ínguas e manchas na pele, ferida na boca.  Esôfago e órgãos genitais, falta de apetite, dores de cabeça, sensibilidade à luz, náuseas e vômitos.

Tratamento

A AIDS não tem cura, mas os portadores do HIV dispõem de tratamento antirretroviral oferecido pelo governo federal.

No Brasil, atualmente, o SUS fornece medicamento para cerca de 310 mil soro positivos (pessoas com AIDS). Um dos medicamentos conhecido como Norvir é um inibidor da protease (enzimas catalizadoras) usado para controlar a infecção pelo HIV. Mas existem outros medicamentos que podem ou não serem associados a outros comprimidos que são tomados duas vezes ao dia pelo resto da vida.

Em 1977 a AIDS surgiu nos EUA, Haiti e África Central. Em 1982 chegou ao Brasil. Atualmente no Brasil o uso dos medicamentos antirretrovirais é indicado para qualquer fase da doença que continua aumentando no país.

Diante da situação de risco é preciso estar sempre atento não só no uso constante da camisinha, mas também diante  de qualquer suspeita  deve  procurar  uma unidade  médica para os  devidos  exames e  se  necessário o  tratamento  adequado ou  a prenunciada morte à vista.

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Mortes por AIDS no Brasil e no mundo

No mundo, estima-se que cerca de 40 milhões de pessoas estão infectadas com o HIV,  em 2013, um milhão e meio de pessoas morreram vítimas da AIDS, segundo a ONU, com África do Sul e Nigéria liderando os casos.

No Brasil, país com maior número de infectados na América Latina, (e que possui políticas públicas de combate a AIDS) os casos vem aumentando e já alcança a casa dos 600 mil infectados desde a descoberta da AIDS com média de 12 mil mortes por ano. Sul e Centro Oeste lideram os casos.

Evidente está que muitos infectados pelo HIV convivem com o vírus, a base de coquetéis fornecidos pelo SUS e amenizam os problemas e complicações. Outros, no entanto, continuam transmitindo criminalmente o vírus, provocando medo, desespero e morte em muitas pessoas.

Esperança é de que um novo tratamento avança rumo à cura da AIDS.

Fontes:

www.aids.gov.br

www.orbis.org.br

www.bbc.com/aids_relatorio_rb

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Discussão

2 comentários sobre “AIDS: Tratar e aliviar a dor ou não lutar e morrer?

  1. Sem duvida que sem uma atitude o problema não parará de crescer. é importante lugar contra o preconceito que dificulta bastante o tratamento da Aids. Esses dias também li um outro texto sobre o flagelo da Sida e como abordar o assunto na sala de aula aqui:
    http://demonstre.com/aids-como-abordar-o-tema-em-sala-de-aula/
    Abraços e até ao próximo post!

    Publicado por Joana | 7 de dezembro de 2015, 2:48 pm

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  1. Pingback: carlosevangelistajor - 25 de agosto de 2015

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