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Poesia

Salve o Brasil!

POESIAS DE MIM

brasil

 Puta que pariu

No colo a mãe gentil,

Cantando no Ipiranga

A graça do Brasil.

Pátria amada não se viu.

No penhor dessa igualdade

O desafio é conquistar a liberdade.

A violência dominou nossas cidades.

O amor não resistiu.

Qual penhor?

Tanto labor pra sustentar a malandragem.

Ordem por favor!

Porque o progresso foi sugado pela politicagem.

E diga-se de passagem:

“_Desafiam o nosso peito à própria morte.”

Vivemos de sorte,

Um tanto covardes,

Omissos dos direitos que nos cabe.

Puta que pariu

Num raio vívido que nos engoliu,

E pare todos os dias a sua carniça,

Atando os nosso sonhos às suas mordaças,

E cala a voz no peito que pede justiça,

Parindo a miséria do povo às margens plácidas.

À qual destes filhos és mãe gentil?

Tal gentileza não se viu.

Risonho?

Límpido?

Impávido?

Colosso?

Dissimulam uma realidade vil.

Deitado eternamente em berço esplêndido…

Debaixo da ponte,

Nas…

Ver o post original 58 mais palavras

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Discussão

2 comentários sobre “Salve o Brasil!

  1. Salve, mas sem pancada

    Publicado por marielfernandes | 28 de fevereiro de 2014, 10:07 am

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