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Carlos Evangelista, Políticas Públicas

SAÚDE PÚBLICA: Revolta e pressão no atendimento

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Hoje se fala muito das academias ao ar livre Brasil afora (também conhecidas como estica velhos). Quem pode e não quer estar nesta pecha aos idosos pobres e abandonados, que procure um bom plano de saúde e de lazer. É o lazer que fornece boa saúde, apetite alimentar, onde morar bem, educação, cidadania, isso os brasileiros sabem. O enigma é como ganhar dinheiro o suficiente para custear um bom plano de saúde, excelentes Spas, clubes com piscinas térmicas e frias para natação, contato com a natureza. Viajar de navio, avião, trem, ônibus e veículos fica muito tudo igual. O negócio é inventar afazeres; se possível unindo lazer e ganhos financeiros.
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Verdade é que no capitalismo, infelizmente, ser idoso ( acima dos 65 anos) se for rico, proprietários de bens e terras, não só a família, mas principalmente a indústria médica cuidam valendo para o moribundo -rico- não morrer. Mas se for pobre, se cuida família, porque a coisa é injusta, desigual e revoltante. As “santas casas de misericórdias” estão aí semiabandonadas para provarem a minha teoria sob a precariedade do sistema público de saúde. Tudo bem que a pessoa não tem nada mesmo, então morrer ou viver não faz lá grande diferença. Aos ricos, em quartos especiais, juntas médicas e todo aparato de enfermagem. Se pobre, ver médico atendendo nas UTIs e quartos é igual língua de mosquito; difícil de enxergar. São muitas indignações e brigas nas unidades hospitalares. Uma pena lastimável por mais que os políticos pregam melhoria no sistema do SUS. Balela politiqueira em vésperas de eleições.
Daí vem com essa de que não se pode protestar de máscara sob risco de enquadramento na lei de segurança nacional. Então pergunto, e os políticos, ministros do STF, o pessoal do mensalão, etc e tal usam que tipo de disfarce na prática de tanta ladroeira e conchavos? Talvez seja hora de rever essa tal lei de segurança nacional, já que não estamos mais sob risco da invasão comunista russa tal qual nos anos de chumbo durante a ditadura militar. Ou o que vivemos na verdade é uma democracia capenga e fragilizada?
Tenho pena dos jovens cabrestados por este sistema perverso que dá a sensação de que os jovens podem trabalhar um, dois anos, forçar a demissão e pegar o seguro-desemprego, etc. A decepção e amarguras só aparecerão quando do pedido de aposentadoria, daqui 20, 30, 40 ou 50 anos. Quem viver verá. Então, mais do que nunca é hora de pensar num plano especial de aposentadoria aos brasileiros, senão o assunto aposentadoria será grande o risco de retornarmos ao sacrifício estatizado para deficientes e idosos acima dos 65 anos. Principalmente dos pobres, sem qualquer tipo de convênio particular na atualidade. “É morrendo que se vive a vida eterna” confortante aos medrosos, covarde, religiosos radicais e idênticos pensantes nesta linha do pensamento humano.

Carlos Evangelista é jornalista (ESEEI) e especialista em Sociologia Política (UFPR). Este artigo reflete as opiniões do autor. O site não se responsabiliza e nem pode ser responsabilizado pelas informações acima ou por prejuízos de qualquer natureza em decorrência do uso dessas informações.

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